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Sistema de certificação avalia 54 variedades de soja e feijão no RS e SC

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Nessa safra de verão, a Unidade Estratégica de Certificação avalia quase 2 mil parcelas de pré e pós-controle de soja e feijão.
As parcelas estão instaladas em uma área no município de Coxilha, a 20 km de Passo Fundo (RS). Cada parcela corresponde a um lote de semente do produtor. São 1.572 parcelas de soja transgênica no pré-controle, 26 de soja convencional e 25 de feijão. No pós-controle, são avaliadas 288 parcelas de soja geneticamente modificada. No total, são 44 variedades de soja e dez variedades de feijão, que correspondem a lotes de produtores de sementes de todo Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Segundo o engenheiro-agrônomo da Fundação, Alexandre Levien, o modelo de pré e pós-controle tem como finalidade o acompanhamento do desenvolvimento das variedades. Através dele é possível avaliar se há mistura varietal ou perda da identidade genética. “Com isso, podemos saber se as características das plantas que estão se desenvolvendo nas parcelas, correspondem exatamente às características originais da variedade”, frisa.
O biólogo Renan Canzi Comin explica que o sistema de pré e pós-controle é o ponto chave do processo de certificação proposto pela Fundação Pró-Sementes. Através dele são emitidas notificações aos responsáveis técnicos dos produtores de sementes, sempre que observadas não conformidades, para que possam tomar as providências necessárias para se obter uma semente de qualidade.
O campo de semente certificada de Coxilha atende os produtores de sementes do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A Fundação Pró-Sementes conta com campos similares em Campo Mourão (PR), para produtores do Paraná e São Paulo e em Campo Verde (MT), para produtores do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Bahia.
Fonte: Daiane Colla / Assessoria de Comunicação Fundação Pró-Sementes

Agricultura ainda precisa de marketing

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O Brasil tem qualidade e competitividade no agronegócio, não apenas no antes e dentro das porteiras das fazendas, mas também na qualidade do seu marketing. O setor de insumos, serviços, bens de produção,  mídia e criação voltados ao campo atuam em termos globalizados em alto nível, mas o vácuo ainda é o marketing da produção agropecuária para a cidade. José Luiz Tejon, coordenador do Núcleo de Agronegócio da ESPM chama a atenção para o tema, afirmando que este resultado é o reflexo da falta do marketing no agronegócio.

Setor leiteiro se recupera e fecha 2010 com avanço de 6%

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Em janeiro, preço pago aos produtores teve aumento de 1,2%, em média, ante dezembro de 2010, e 22% mais alto do que os valores de janeiro do ano passado.

REGIÃO CENTRO SUL DO PARANÁ QUER CRIAR UM CENTRO DE REFERÊNCIA EM PESQUISA

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 Ontem foi apresentado para a deputada Luciana Rafagnin do Paraná um plano de ações para criação de um Centro de Referências para pesquisa e georefenciamento para a agricultura familiar na região Centro Sul e Campos Gerais do Paraná.

Última atualização em Sex, 04 de Fevereiro de 2011 12:58

Walmart vai vender menos gordura

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Deu no New York Times:
Walmart vai vender menos gordura

A maior empresa de varejo norte-americana, a Walmart, anunciou no mês passado que vai disponibilizar mais alimentos com menos sódio, sais e açúcares em suas lojas. As mudanças serão introduzidas em um período de cinco anos e prometem reduzir o sódio em 25%, eliminar as gorduras trans adicionadas industrialmente e reduzir os açúcares em 10%.
Outras medidas propostas pela empresa serão a redução dos valores de alimentos saudáveis e a elaboração de um selo que será aplicado nos alimentos saudáveis, de acordo com a medição do conteúdo de sódio, gordura e açúcar.
O vice-presidente da Walmart, Leslie Dach, disse em entrevista ao jornal New York Times que os preços mais baixos e reformulações dos alimentos foram motivados por exigências dos próprios clientes da empresa. Segundo o executivo, o público que compra no Walmart economizará cerca de US$ 1 bilhão por ano em frutas, verduras e legumes frescos por ano.
De acordo com o New York Times, o Walmart vende mais gêneros alimentícios do que qualquer outra empresa nos Estados Unidos. Segundo o diário, especialistas locais em nutrição disseram que as mudanças podem ter um grande impacto na acessibilidade a alimentos saudáveis e na saúde das famílias e crianças norte-americanas.
Fonte: Com informações do Portal UOL e do jornal New York Times

Assessoria de Comunicação - COESEA


 

Exportação de carne suína voltará a atingir 600 mil t em 2011

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Em 2011 os mercados interno e externo de carne suína devem se manter em um patamar muito parecido com o ano de 2010, acredita o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto. Em entrevista  exclusiva à Agência Leia, ele prevê que este ano as exportações devem  voltar a atingir 600 mil toneladas, a exemplo de 2009, quando os embarques somaram 607,5 mil toneladas. Em 2010, o volume embarcado ao mercado externo caiu 11,04%, para 540,4 mil toneladas, resultado de um mercado interno mais  atrativo.

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Joomlart