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Resíduos do carvão afetam lavouras de arroz no Sul do Estado

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Depois das ultimas cheias que ocorreram na semana passada um problema tem tirado o sono de muitos rizicultores no município de Maracajá, sul de Santa Catarina. Junto com a água vieram resíduos de carvão mineral extraído no subsolo na cidade de Criciúma e arredores. Segundo os agricultores todos os anos as cheias ocorrem mas não chegam a prejudicar a lavoura de arroz, mas desta vez por causa da dragagem (limpeza) do Rio Sãngão nas áreas onde estão as minas de carvão, o excesso de água trouxe as impurezas do fundo do rio que a mais de 50 anos estava parada.
Tanto o Rio Sangão quanto o Rio Mãe Luzia ambos poluídos pelos resíduos do carvão são responsáveis por transportar a água que irriga as plantações de arroz em vários municípios, como Forquilhinha, Araranguá e Maracajá. Segundo técnicos do setor o uso da água para irrigação do arroz não chega ser um problemas, mas se submerso por vários dias pode até matar a planta.
Segundo os rizicultores desta vez a água com os resíduos ficou pelos menos dois dias cobrindo toda lavoura. Pelos menos 400 ha de arroz foram cobertos com uma camada de pó amarelado sobre os pés e folhas. A preocupação dos agricultores é a incerteza se vão poder colher a lavoura.
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